Nunca fui grande fã dos filmes que reproduzem os personagens da BD e especialmente nunca gostei muito dos filmes do Batman mas desta vez tenho de dizer que fiquei maravilhado com "The Dark Knight".
Christopher Nolan já tinha surpreendido no anterior filme de Batman, "Batman Begins" mas penso que desta vez excedeu todas as expectativas.
Duas horas e meia de filme que nos fazem esquecer tudo o que está à nossa volta e concentrar no ecrã do cinema. Na generalidade o filme é muito movimentado e mesmo nas cenas em que o movimento não impera, ficamos atentos e pregados à maravilhosa actuação de Heath Ledger - "Joker". Já Christian Bale "Batman" não é para mim a melhor encarnação do Super Herói, pelo menos não me conseguiu cativar nem convencer das suas intenções como "morcego".
A banda sonora está cinco estrelas e acompanha tanto as cenas de acção como as cenas de diálogo dando sempre aquele extra de tensão e suspense que tanto gostamos de ver nos filmes e que muitas vezes por não existir faz com que o espectador perca o interesse no filme e se comesse a dispersar.
Quanto a Óscares, realmente tudo o que se anda a dizer em atribuir uma estatueta a H. Ledger é verdade e seria bem merecido. Não sei se no entanto Batman será galardoado com mais alguma estatueta... quanto muito para melhor banda sonora ou melhor guião.
Doentio, Violento, Emocional, Psicotico, são apenas algumas palavras que descrevem esta maravilha do cinema. "Funny Games" que estreia nos cinemas em Portugal numa altura em que já existe pelo mundo fora a edição em DVD, incrível! Somos sempre os mesmos últimos a receber estas pérolas...
O filme é tão simplesmente sobre dois amigos que escolhem uma família ao acaso e depois iniciam um jogo muito simples, retêm a família dentro de casa e depois fazem uma aposta, ou a família está morta dai a 12 horas ou está viva. Tão simples quanto isto.
Se estão à espera de ver um filme banal esqueçam porque este é o típico anti-filme de sequestro onde tudo ou quase tudo corre na perfeição aos assassinos... mesmo que para isso seja preciso recorrer a "comandos remotos".
Para quem que como eu se andava a queixar de não ver um filme decente vai para um tempo jeitoso, agora assim em dois dias já matei a cede! "Funny Games" é outro que vai ter direito à compra do DVD.
Pathology conta-nos a história de um grupo de estudantes de medicina que que através de um jogo sádico procuram cometer o crime perfeito. Saw IV é um filme para mim a baixo da média e sendo de um estilo bastante diferente, é deixado a um canto por Pathology.
Do início ao fim só vemos "entranhas", literalmente... a história está muito bem contada e no final ficamos ligeiramente espantados, o que já é muito bom num filme.
Como principal protagonista, Milo Ventimiglia ou Peter Petrelli em Heroes, já deu mostras de ser um excelente actor e no cinema interpreta mais uma vez um grande papel!
Um excelente filme representativo de como a mente humana pode ser tão distorcida e perversa levando qualquer pessoa a cometer actos simplesmente brutais.
Este pode bem ser considerado um daqueles filmes que quando sair uma edição em DVD provavelmente vou estar na loja a comprar e em casa a rever.
É sempre uma boa sensação aquela que sentimos de que quando o filme acaba pensamos que durante os 90 minutos de cinema não pensámos em mais nada e que ficávamos mais uma hora se preciso a ver a continuação da história. É daqueles filmes que tenho pena de não ser uma mega longa metragem.
Recomendo vivamente a todos menos aos mais "sensíveis".
Género: Drama/Horror/Thriller Estreia: 27 Setembro 2007 (Portugal) Duração: 94 min. Distribuição: Dimension Films Site Oficial: www.1408-themovie.com Nota: 7/10
Sinopse: "Mike Enslin (John Cusack) é um renomado romancista de terror que apenas acredita no que vê com seus próprios olhos. Ele é o autor de diversos best-sellers que desacreditam eventos paranormais em cemitérios e supostas casas mal-assombradas, sendo que até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. Até que um dia ele decide ir ao famoso Dolphin Hotel, para se hospedar no amaldiçoado quarto 1408. Gerald Olin (Samuel L. Jackson) o avisa de que diversas mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade."
Gostei sim senhora, estava mortinho por chegar ao fim do filme mas isso até pode ser um bom sinal, pode significar que um gajo não sabe mesmo como vai acabar e então quer descobrir rapidamente. Não é um filme totalmente trivial mas também não é daqueles que nos deixam perdidos pelo meio sem saber o que pensar.
John Cusack tem quase a totalidade das cenas do filme e por acaso até teve um excelente desempenho, transparecendo bem a ideia de desespera e loucura. O filme não é só sobre "fantasmas" e "coisas do outro mundo" ou sobre o "diabo", o filme mostra-nos o lado humano de Mike (John Cusack) e é com base nisso que todo o filme se desenvolve. Está bem que se calhar o que faz o filme perder alguns pontos é o cliché já famoso do arrependimento, o homem que mal-tratou o pai ou deixou a mulher após o falecimento da filha... aqui algum novo podia ter sido experimentado mas vá... determinadas ideias só surgem aos verdadeiros génios do cinema.
Mikael Hafstrom recriou um cenário fantástico e com muita coisa para explorar mas apesar deste filme ser baseado numa obra de Stephen King, podia ter sido explorado com algumas modificações pois a determinada altura ficamos como que fartos da história porque já estamos mais que habituados a estas coisas do arrependimento e tal.
Não é um filme de "sustos", a cima de tudo é um thriller psicológico e este tipo de filmes não sao feitos propriamente para "meter medinho". Suspense não significa pregar sustos! É um bom filme que nos consegue segurar grande parte do tempo.
Simplesmente brutal! O melhor filme de "zombies" que alguma vez vi. Deixa o "Resident Evil" a um canto sem tocar ou mesmo cheirar a "xixa".
Juntamente com "Death Proof", "Planet Terror" formam a dupla de filmes intitulada de "Grindhouse" e que presta uma merecida homenagem aos filmes de terror dos anos 70. Ambos escritos, produzidos por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez são autênticas pérolas dos série B. O 1º dirigido por Quentin e o 2º por Robert.
Se já gostava então fiquei um fã incondicional!
Como curiosidade, durante os dois filmes são apresentados 4 trailers "falsos" de supostos filmes, um deles por ex., "Werewolf Women of the SS", foi produzido por Rob Zombie e é inspirado em filmes com nazistas dos anos 70, mostrando um plano secreto do Dr. Heinrich von Strasser (Bill Moseley) da SS de transformar mulheres em lobisomens. Nicolas Cage aparece como Fu Manchu.
Outro destes trailers, "Machete", escrito em 1993 como um filme para o ator Danny Trejo (frequente colaborador), segue a história de um assassino de aluguer mexicano traído pelos seus contratantes. Este é de facto o único trailer que verá a luz do dia e será lançada uma longa metragem em DVD lá para 2008.
Deixo aqui alguns print screens, podem estar ou não pela ordem pela qual aparecem no filme!
Género: Comédia/Drama/Musical Estreia: 6 de Setembro 2007 (Portugal) Duração: 117 minutos Distribuição: New Line Cinema Site Oficial: www.hairspray.com Nota: 7/10
"Tracy Turnblad, uma rapariga grande com cabelo grande e um coração ainda maior, tem apenas uma paixão - dançar. O seu sonho é aparecer no “The Corny Collins Show” o programa de dança mais em voga da televisão de Baltimore. Mas é constantemente lembrada pela sua extremamente protectora e enorme mãe, Edna de que a sua enorme figura está fora das normas…pelo que nunca será popular. No entanto, nada fará parar Tracy, porque se existe algo que esta rapariga sabe, é que nasceu para dançar. Como o seu pai Wilbur lhe diz, “Vai em Frente! Tens de pensar em grande para seres grande!”
Pois bem, como musical que é, somos brindados com música do início (literalmente desde o 1º segundo de filme) até ao último (literalmente até ao último segundo de filme). É um pouco ao jeito de "Dreamgirls" mas para mim uns pontos a cima, apesar das músicas no meu ver já para o fim do filme começarem a soar mais ou menos sempre ao mesmo. Dai a nota 7.
Com um elenco de actores já reconhecidos, ficámos a conhecer a fantástica Nikki Blonsky que nos cativou logo desde a primeira aparência, com o seu ar bolacheirão mas muito cativante, criamos logo uma grande empatia com o personagem. John Travolta por seu lado fez o chamado "papelão" encarnando um difícil papel, não só por fazer de mulher mas por todo o enorme esforço que deve ter sido andar com todos os adereços para simular uma senhora muito... "forte".
Ainda um destaque para Michelle Pfiffer que já contando com os seus 49 anos está melhor que nunca, com um corpo e performance de encher a vista a qualquer um.
Este é a cima de tudo um musical alegre a de carisma jovem, com muita dança cores alegres. Agradou-me ver também a componente social do filme, nos anos 60 onde as diferenças raciais eram gritantes e onde as pessoas de cor eram completamente postas de parte e humilhadas.
Em suma, recomendo, é um filme leve e bom para ver num sábado à noite, saí da sala de cinema bem disposto.
Género: Animação/Comédia/Família Estreia: 29 de Julho de 2007 Duração: 87 minutos Distribuidora: 20th Century Fox Site Oficial: The Simpsons Movie Nota: 8/10
Finalmente fui ver os Simpsons ao cinema! Ok, é difícil ter boas ideias para um filme de animação, sobretudo se este for The Simpsons, que para quem não sabe já vai na 18ª Série de televisão. A história em si não é nada de outro mundo sendo centrada em Homer e apesar de tudo lá num momento ou outro conseguimos soltar uma gargalhada. Como lí noutro blog, o humor físico está mais presente que na série de TV mas desenganem-se porque é um tipo de humor mais ou menos conhecido porém com piada!
Existe um momento no filme com o qual delirei, Spider Pig e podem-nos ver aqui. Não tenho muito a dizer sobre o filme mas posso dar um conselho, fiquem até perto do fim das legendas finais porque espera-vos uma surpresa interessante e ai sim, algo nunca visto e ouvido em The Simpsons!
Quanto a mim vou continuar a acompanhar a série de TV porque é daquelas coisas que nunca me farto!
Género: Crime Estreia: 19 de Julho de 2007 Duração: 127 minutos Distribuidora: Dimension Filmes Site Oficial: Death Proof Nota: 9/10
Se eu já gostava de Tarantino e dos seus filmes, ontem fiquei a gostar ainda mais, desde Pulp Fiction, passando por Kill Bill e Reservoir Dogs, Quentin em Death Proof faz mais uma obra prima do cinema, com um estilo muito à anos 80, não é de estranhar os saltos e cortes durante o filme bem como uma cena de alguns minutos que está a preto e branco.
A banda sonora essa também, se uma pessoa tivesse de olhos fechados a assistir ao filme, mal a musica viesse ao de cima, qualquer pessoa iria identificar o filme como um filme de Tarantino. Genial e eu adoro!
O humor continua brutal e usado nos momentos certos, Quentin não resiste em mandar, ao longo do filme, umas bocas a outros filmes como por exemplo: "Gone in 60 seconds" e penso que também a "Maria Antonieta", estejam atentos e descobrem onde! Sim porque este é daqueles filmes com muitos pormenores nos adereços dos cenários e que deliciam qualquer cinéfilo atento aos mesmos.
A história é essencialmente sobre um homem que usa o carro como arma para matar jovens e bonitas raparigas, o filme não ganha muito pelo guião, não temos cá nada de personagens complexas nem um grande e confuso enredo, mas ganha, e ai sim, pela forma como está realizado e produzido. A cena final está do melhor e preparem-se para verem sangue a jorrar em grande quantidade! Kurt Russel faz uma interpretação deliciosa!
Para aqueles que gostam de mulheres bonitas, Quentin encheu o filme com belas senhoras e usou a técnica de grandes planos para mostrar os "dotes" das meninas!
Género: Acção/Drama/Sci-Fi/Thiller Estreia: 22 de Novembro de 2006 Duração: 128 minutos Estúdios: Touchstone Pictures Site Oficial: Aqui Nota: 9/10
Deitei-me no sofá para ver o filme, já me tinham falado bem e eu ia com muitas espectativas embora não soubesse ao certo do que se tratava mas estas coisas de Déjá Vus's sempre me intrigaram desde o filme Matrix 1.
O filme começa com um atentado terrorista num FerryBoat na cidade de Nova Orleães e é após a tragédia acontecer que nos surge o detective Doug Carlin destacado para recolher provas e tentar encontrar o culpado. Doug começa-se então a emaranhar em dúvidas em pequenas "dicas" que o levam a ter a sensação de Déjá Vu e que não o fazem desistir de tentar salvar centenas de pessoas vítimas do atentado. A certa altura, Doug descobre que é possível revisitar, de certa forma, o passado e é a partir dai que começa a verdadeira luta contra o tempo.
É sempre arriscado para um guionista fazer um texto sobre o tema "viagens no tempo", é algo controverso e que não tem uma teoria minimamente aceitável, porém, a certa altura lembrei-me do velhinho "Back to the Future" quando Doc está a explicar a Martin em que concistem as viagens no tempo e que alterações elas podem provocar na linha "espaço/tempo". Mesmo para os cépticos em relação ao tema, este filme é suportável. Gostei da abordagem e do bombardear de informação que a certa altura nos atinge, não é daqueles filmes em que um gajo pode estar a olhar pro lado e a pensar no amanha, há que estar atento aos mais pequenos pormenores porém este "bombardear" não é constante e às vezes (poucas) podemos respirar.
Esta é a parte Sci-Fi da coisa, em relação à parte Acção propriamente dita, não existe em demasia porem existe nos momentos certos mas sempre moderadamente pois este não é propriamente um Dia Hard 4.0. O auge é sem dúvida a perseguição que Doug leva a cabo, meio no presente meio no passado, muito bem conseguida.
Em relação à parte Romance, esta não é claramente a mais importante porém, discretamente tem o seu "big rolle" na história. Descubram vocês mesmos.
Resumindo, é um grande filme e os produtores juntamente com a realização fizeram um excelente trabalho muito ao estilo de "Face Off", esse outro grande filme.
Pois é, passei os últimos tempos a dizer bem do iPhone que era isto que tinha aquilo... será justo falar também dos defeitos, e agora que foi lançado nos EUA e as pessoas começam a utiliza-lo, as críticas começam a surgir aos pontapés!
São algumas dessas críticas que vou de seguida enumerar.
O Bluetooth apenas funciona bem para conectar headsets;
Não existe um explorador de ficheiros. A informação tem de ser guardada nas aplicações respectivas;
A camera é uma simples aplicação que possui um botão, o obturador. As fotografias têm boa qualidade porém não existe nenhuma aplicação para as compor ou que nos possibilite alterar as definições de captura
O local do cartão SIM é quase inacessível;
O explorador web é lento, mesmo estando ligado através de uma wlan, demora cerca de 20 segundos a fazer load da aplicação. Não é possível fazer copy, paste, cut nem nada do estilo no texto dos sites bem como não é possível guardar imagens da Internet;
O teclado virtual não é complicado. Melhora ligeiramente após o iPhone "aprender" a nossa forma de utilização, não é um dispositivo que se possa usar confortavelmente apenas com uma mão;
Só é possível enviar uma imagem por cada email;
Não é possível utilizar toques personalizados (por enquanto) e os toques de alerta não podem ser alterados;
Os toques por defeito são "foleiros";
A única alteração de estilo que é possível fazer, para além dos toques, é o wallpaper e mesmo este apenas é visível quando ligamos ou desligamos o iPhone ou recebemos uma chamada;
Não existe nenhum editor de texto nem é possível guardar documentos no iPhone, os documentos (pdf, word, etc.) apenas podem ser acedidos como atalhos nos emails;
Não existe qualquer jogo;
Não é possível fazer marcação por voz;
Não é possível gravar vídeos;
Não existe suporte a MMS;
É um aparelho demasiadamente caro para ter deixado de fora aplicações tão básicas que são tão importantes num aparelho que ser "mainstream". Para utilizadores básicos está perfeitamente ao alcance porém, para utilizadores mais experientes deixa muito a desejar.
É um aparelho de vanguarda e certamente muitas pessoas irão comprar o iPhone mais pelo seu UI inovador, contudo para aqueles que estão habituados a dispositivos mais robustos, estes não serão certamente convertidos. O iPhone precisa de ser crackado para que o seu ecrã multitouch possa ter melhor uso. Isso ou então o iTunes precisa de um upgrade urgente!
Género: Horror/Gore Estreia: 8 de Junho de 2007 Duração: 93 minutos Estúdios: Barrandov Studios Site Oficial: Aqui Nota: 7 /10
Bom, por onde começar, antes de mais, depois de ter andado na Internet a procurar uma explicação lógica para o sucedido no post anterior a este, encontrei a solução de todos os problemas pois ao que parece, houve fuga de informação e inadvertidamente uma versão, possivelmente de pré produção, foi libertada na Internet.
Em relação ao filme, pessoalmente gostei mais do 1º Hostel, apesar de serem histórias um pouco semelhantes, o filme em si é diferente, e apesar de terem ambos ser dirigidos, produzidos e escritos pelas mesmas pessoas, o que me pareceu é que realmente não foram.
Após termos visto o 1º filme, em Hostel 2 ficamos a conhecer o "background" que existe por trás de todo aquele esquema de mortes por encomenda. Ao fim de 20/30 minutos de filme pensei "caraças, nunca vi um filme tão Gore como este em toda a vida, se continuar assim, Saw passa a ser pra meninos...", mas não, a coisa parou por ali e metade de mim ficou aliviado e outra metade ficou triste por não ver muito mais acção à seria.
Em Hostel 2 vemos inúmeras referências a Hostel 1, perdi a conta, contudo não acho imperial ter visto o 1º para percebermos o 2º. Se calhar até foi um pouco esse o objectivo da equipa técnica o que em parte não está mau pensado mas depois também tira um bocadinho aquele protagonismo ao filme e muitas vezes estamos ali embrenhados na história e somos como que distraídos por esses flashes.
Depois os seus apenas 90 e tal minutinhos... a início pensei que seria pouco mas depois pensei que ter mais tempo no filme, no caso de seguir o rumo que passou a seguir a partir da meia hora, era totalmente desnecessário.
Estava eu ontem na conversa com um amigo meu enquanto nos lembrávamos de músicas que passaram na Jukbox das últimas vezes que lá fomos quando de repente ele se lembrou de "She Wants Revenge".
Eles são relativamente recente, com pouco mais de 2 anos de existência com 2 Ep's e 4 Cd-Singles e desde o início do ano passado o CD homónimo "She Wants Revenge" tendo saído Abril deste ano saiu o último CD intitulado "Timbaland Presents Shock Value".
Oriundos da Califórnia, She Wants Revenge produz um som que anda à volta do alternativo/gotico/dance. Certamente quem gostar de Bloc Party, Yeah Yeah Yeahs, Interpol ou outros do mesmo género também deverá ouvir She Wants Revenge. Declaradamente, a banda tem influências de Depeche Mode e até nem é preciso ouvir muitos minutos para o perceber! O que até é um ponto a favor!
Para terminar deixo-vos aqui um vídeo da música "These Thing" e que conta com a participação de Shirley Manson dos Garbage. Que bela senhora!
Divirtam-se a ouvir!
A título de curiosidade, a música "Tear you apart" do CD é uma das músicas da banda sonora do filme de Jim Carrey "The Number 23" e se virem o Trailer, está lá presente também.
Já existem há alguns anos e lançaram o 1º CD em 2002 "30 Seconds to Mars", mas foi em 2005 que receberam notoriedade com o brilhante "A Beautiful Lie".
É daqueles CD's que nem é preciso ouvir várias para se tomar o gosto principalmente se as primeiras músicas que entrarem pelos nossos tímpanos forem "From Yesterday", "The Kill" e "Attack".
Para os mais entendidos em cinema, quando virem um vídeo da banda vão ficar com aquela sensação de "conheço esta cara..." o que não é de estranhar pois Jared Leto é de facto actor de Wollywood e já participou em filmes como "Alexander", "Lord of War", "Panic Room" ou ainda "Requiem For a Dream".
Um óptimo exemplo de uma pessoa versátil, até porque Jared já foi entre outras profissões, Porteiro, Fotógrafo e chegou a lavar pratos!
Género: Acção/Aventura Estreia: 27 de Maio 2007 Duração: 2 h. 45 m. Estúdios: Walt Disney Pictures Site Oficial: Aqui Nota: 8/10
Fui ontem a noite ver o 3º filme da sequela "Piratas das Caraíbas". Tinha ouvido dizer muito bem e tal e lá fui ter de o comprovar.
Para ver este filme, não é totalmente necessário conhecer o anterior, bastando para tal saber 2 ou 3 coisinhas e o resto passa bem.
O filme começa onde o anterior acabou, com Elizabeth, Will e Captain Babbosa (lembram-se do 1º filme... era o capitão amaldiçoado do Black Pearl) a irem salvar Jack Sparrow que no filme anterior tinha sido "consumido" pelo Kraken.
A história começa até bastante simples mas ao longo do tempo começam as pequenas conspirações e às tantas já não sabemos bem de que lado está cada um. Ficamos a conhecer Singapura, um antro de piratas e onde reina a desordem.
Neste filme, Jack Sparrow multiplica-se em "muitos" Jack Sparrows e Elizabeth toma um papel muito mais activo (felizmente) enquanto que Will passa um pouco para 2ª plano mas sem nunca deixar de estar presente em todo o enredo.
Em termos de história, está interessante se bem que, para 3 horas de filme.. deu-me a ideia que a coisa podia estar mais reduzida em termos de tempo e para quem estava a espera de conhecer mais coisas sobre Jack deixem isso para outra altura...
Não há dúvida que em efeitos especiais, o 3º filme da saga está do melhor principalmente a batalha final entre o Black Pearl e o Davy Jones' s Flying Dutchman. Genial mesmo, e quando pensávamos que tudo estava arrumado, eis que surge mais uma batalha... tudo acompanhado de uma bela banda sonora claro!
Para terminar, sim... em "At World's End" o humor característico continua o mesmo, sempre hilariante e nos momentos certos, ou pelo menos quase sempre nos momentos certos, Jack, esse então, está no seu melhor! Johnny Deep tem mais uma excelente interpretação!
Na globalidade acho que vale a pena ir ver este filme (aconselho a versão digital) e quem sabe... vendo a forma como acaba.. poderemos esperar pelo 4º filme... quem sabe... !
Mais uma adaptação literária ao grande ecrã. Não li o livro é certo mas depois de ter visto o filme, acredito que se o tivesse feito teria gostado bastante! Pelo que percebi, a história no livro tem muito mais conteúdo (a juventude de Jean-Baptiste, entre outros pormenores) porém, este é sempre um problema que dificilmente é superado pois para ser possível transferir para o ecrã toda a história do livro, isso daria um filme "á lá" Senhor dos Aneis.
É nos contada uma história de um menino que nasceu no meio de um mercado de peixe, envolvo no cheiro que é característico nestes locais (e pior há umas dezenas de anos atrás) ganhou uma característica especial, um sentido de olfacto extremamente apurado. Tendo a sua mãe sido condenada a enforcamento por ter tentado matar o bebé, Jean-Baptiste foi levado para um orfanato e mais tarde vendido a um comerciante de couros até que um dia se cruzou com uma bela senhora detentora de um cheiro natural tal que enfeitiçou Jean-Baptiste e que o fez desejar ser capaz de conseguir capturar o cheiro das coisas como mais ninguém até ali o tinha conseguido fazer!
Mais tarde, conhece um perfumeiro à beira da falência que lhe dá trabalho e lhe ensina os truques de como extrair o perfume natural das coisas, contudo, Jean-Baptiste não consegue extrair a essência de todas as coisas e é então que parte em busca de como o fazer.
Como jovem perturbado e com uma noção de realidade muito errada, como se vivesse no seu próprio mundo, Jean-Baptiste começa a utilizar técnicas para atingir os seus fins totalmente reprováveis e que apesar de tudo dão resultados totalmente inesperados para todos!
Ben Whishaw tem uma excelente interpretação, consegue ao longo de todo o filme fazer passar a ideia de que Jean-Baptiste vive obcecado com a ideia de produzir um perfume a que ninguém consegue resistir, que vive no seu mundo fechado e seu único objectivo é conseguir as essências para o perfume desejado!
A banda sonora está muito bem encaixada e é utilizada de forma perfeita nos momentos certos!
Género: Crime / Histórico / Drama / Mistério / Thriller Estreia: 8 de Setembro de 2006 Duração: 126 minutos Estúdios: Universal Studios Site Oficial: www.hollywoodlandmovie.com Nota: 6/10
É um filme baseado em factos verídicos, assim, logo à partida não se poderia esperar grande espanto ou novidade ao ir ver o filme. Essencialmente, a história é sobre a estranha e por desvendar morte de George Reeves, o 1º Super-Homem da televisão, (1959). O Drama vai-se desenrolando em paralelo, a época pós morte e pré morte, com as quais podemos ir acompanhando tanto o detective privado Louis Simo como os últimos passos da vida de George Reeves até à sua trágica morte.
Devo dizer que o filme fica muito longe daquilo que se esperaria, raramente nos prende ao ecrã e por várias vezes damos por nós a pensar - "estou mesmo muito pouco confortável nesta cadeira caraças...", o que diga-se não é uma boa coisa para se pensar durante um filme...
Tentaram arranjar ali um enredo familiar com Louis Simo mas aquilo tem muito pouco sal no tempero, aliás, se se têm centrado realmente na história da morte de George Reeves, penso que teria saído algo com mais potencial.
Em suma, Hollywoodland arrasta-se por uns longos 126 minutos entre os quais é pouco o que conseguimos retirar de realmente "excitante". Para quem gosta de Adrien Brody, e eu sou uma dessas pessoas, para quem o viu em filmes como "O Pianista", o que posso dizer é que ele será talvez o melhor a retirar do filme.
PS: Não sei se era da projecção do filme em si mas, a imagem não estava nada centrada e por diversas vezes, nos planos, as cabeças apareciam cortadas da testa para cima! Alguém que já tenha visto o filme que diga se também lhe aconteceu o mesmo.
Género: Drama, Science Fiction/Fantasy, Suspense/Horros e Thriller Estreia: Dezembro 2006 Duração: 85 minutos Estúdios: Rogue Pictures Nota: *
Por onde começar... não é difícil fazer uma crítica a este filme, é um filme "cliché", mais um entre muitos do género e ainda por cima sem ir buscar nada de novo que nunca se tenha visto no cinema.
A história começa com um menina pequena e o seu pai numa feira popular, e desde logo percebemos que a menina não é uma pessoa qualquer e que ali existe alguma coisa de errado, embora não se perceba imediatamente o que.
Após esta cena introdutória, aparece-nos a mesma rapariga mas já crescida (Sarah M. G.) com a vida já encaminhada e que espontaneamente começa a ter alucinações que a levam até uma pequena aldeia no Texas, La Salle, onde parte para a descoberta do porque dessas visões.
É um filme fraquinho e não faz jus aos filmes do estilo, vago na sua história, vago na parte do terror e suspense... alias, antes de escrever estas palavras, vi alguns pedaços de "uncut scenes" e pensei: "mas porque raio tiraram estas partes? São as melhores de todo o filme catano." Sinceramente o filme perdeu muito com os habituais cortes de censura.
Não vou recomendar este filme, porém, recomendo sim para quem tiver acesso a "downloads i-legais", tentem "sacar" a versão sem cortes que sempre deve estar mais interessante garanto!
Para começar, devo referir que o filme justifica as 5 nomeações para os Óscares, excelente fotografia, interpretação fabulosa de Djimon Hounsou, excelente retracto da realidade e consequente adaptação e também porque nos relembra ou alerta de forma estrondosa e por vezes chocante uma das razões para África ser o que é hoje!
Mais uma vez, Leonardo DiCaprio provou ser capaz de interpretar grandes e importantes papeis e para os que o viram no início, não existem dúvidas que hoje é um actor de mão cheia!
O filme decorre durante a guerra civil na Serra Leoa, começa com uma visão chocante das acções das milícias armadas e mostra o significado que a exploração de diamantes tem para África e para o mundo ocidental.
É então que entra em cena, Danny Archer (DiCaprio) que se apresenta como traficante de diamantes e Maddy Bowen (Jennifer), uma repórter consciente da realidade e que tenta através dos seus artigos, expôr o tráfego ilegal de diamantes "sujos" na Serra Leoa. Mais tarde, Archer conhece Solomon Vandy (Djimon) e com este, inicia a busca de um diamante tão valioso que seria capaz de comprar a liberdade dos dois.
Na sua generalidade, o filme está muito bom, poderia ser só mais um filme sobre as guerras em África e tal mas não, o filme demonstra uma realidade extremamente bem representada e patente em cada linha de texto e historicamente está bem conseguido, tendo porem aqueles "bugs" normais em filmes como por ex.
The movie is supposed to be set in the late 1990s, however, in the scene in which Solomon meets with the buyer in London, you can clearly see that the buyer arrives in a 2007 Bentley Arnage.
Seguimento do Grundge 1 ? Sim, ficamos a saber o acontece à pobre da Sarah Michelle Gellar. Algo a acrescentar à história? Claro, embora nada a que não estejamos habituados. Quantos sustos? 2 talvez, mas nenhum me fez saltar da cadeira.
Está isto terminado? De facto, não está terminado, ao contrário de The Ring, The Grundge 2 não extermina a maldição para sempre. 1 Ponto a favor? Sim, de certo modo, porque... já saibamos do primeiro filme com o que podíamos contar por isso... nada de novidades!
Algo contra? Sim... ao longo do filme, surgem cenas típicas de filmes de terror durante as quais pensei "Ok, agora a miúda vira-se e está lá o espírito mau!" e era isso mesmo que acontecia!
Resumindo, gostei mais do primeiro filme pois existia sempre a coisa da "novidade"... e este filme explora pouco "os medos do que não está lá" e do que não conhecemos, está bem que o primeiro também não explorava muito isso mas para quem quem quer um filme assim... The Ring is fucking good!
Apesar de tudo, fica mais uma vez provado o excelente trabalho dos amigos de olhos em bico no que toca ao cinema! Não é à tua que no Japão se produzem mais filmes que nos "US and A".
Uma boa produção americo-nipónica. Vale a pena ver até porque hoje em dia em matéria de filmes de terror, está tudo muito fraquinho.
Chegou ontem, importado e ainda fresquinho! Vi e Ouvi ontem!
Este Maxi Single contém o vídeo "Call me when your sober", o making of do mesmo, a versão original da música e ainda uma versão acústica, bem catita por sinal!
Não será de longe a melhor banda de todos os tempos, nem será de longe a banda com melhor vocalista, não o nego... mas para mim Evanescence será sempre Evanescence! Desde a 1ª vez que ouvi "My Immortal" até hoje.